Eixão do Lazer: Qual a vantagem de ficar fechado até as 18h?

domingo, 12 de junho de 2011

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Sei que vou criar confusão,mas... o eixão precisa ficar fechado o domingo inteiro? Precisa mesmo ficar fechado das 6h às 18h?

Não deixo de reconhecer que realmente o chamado “Eixão do Lazer” é uma opção a mais de lazer, de esporte e de qualidade de vida. Realmente nos dias de sol, o Parque da Cidade, o Parque Olhos d´Agua e o Zoo ficam muito cheios e o eixão é um excelente lugar para caminhadas, pedaladas e atividades com a família. No Eixão se encontra de tudo: ciclistas, atletas, patinadores e até mesmo quem só gosta de passear. E sei que isso é importante.

Reconheço também que o eixão é um excelente lugar para a realização de atividades de cultura e esporte. Aliás, as secretarias de Cultura e Esporte deveriam realizar mais eventos no eixão e, assim, aproveitar melhor esse espaço.


Meu questionamento é quanto a necessidade do eixão ficar fechado para o trânsito de veículos até as 18h. Acho que não precisa e olha que sou morador do Plano Piloto. Hoje verifiquei ao vivo e a cores como o eixão fica vazio depois das 15h. Saí de casa, no fim da Asa Sul, por volta desse horário, fui de bicicleta até a Rodoviária e voltei e, durante todo o trajeto, não tinha nem 100 pessoas freqüentando o eixão. Enquanto isso, os eixinhos tinham um grande movimento de veículos nos dois sentidos.


Então pergunto de novo: o eixão precisa ficar fechado o domingo inteiro? Será que não poderia reabrir para o trânsito de veículos por volta das 16h?


Fica a pergunta.

E se você quiser saber mais sobre o Eixão do Lazer, veja essa matéria do Correio Braziliense: Perto de completar 20 anos, Eixão do Lazer muda a rotina dos brasilienses.

Preciso de vergonha na cara...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

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Ridículo...  Seis meses para atualizar o blog, seis meses do projeto “Pare de se sabotar” e nada de resultados... ridículo...
Será que não tenho nada pra falar? Será que não tenho força de vontade?
Ou pelo contrário, tenho na verdade preguiça de escrever, preguiça de caminhar e fazer exercícios, preguiça de sair do bem-bom que tenho hoje em dia? Acho que, na verdade, estou precisando de um choque de gestão.
Ou tomar vergonha na cara...

Pare de se sabotar

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

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Oitava do Ano Novo, 2011 já começou e é hora de botar em prática o projeto "Pare de se sabotar".

Todo ano é a mesma coisa, passou o Natal e a gente começa a listar as resoluções de Ano Novo: vou fazer dieta, vou ser mais organizado, vou estudar, vou isso... vou aquilo... Mas na verdade, por falta de compromisso ou por falta de disciplina, quase todos os projeto ficam pelo meio do caminho ou quando não ficam pelo meio de janeiro. 

Pois bem, deixei passar a primeira semana do ano e hoje, dia 8 de janeiro, um belo domingo, dou o primeiro passo do projeto "Pare de se sabotar". Mais do que várias resoluções de ano novo, coloquei pra mim mesmo um projeto com várias propostas e metas que devo desenvolver ao longo do ano.

Como todo projeto, passei um tempo planejando sua linha de ação, especificando metas e desenvolvendo linhas práticas para sua implementação. Em outras palavras, dessa vez vai.

O projeto tem as seguintes linhas de ação:

1 - Vida Saudável: nos últimos tempos, ganhei muito peso, a tornei-me sedentário e alguns índices de saúde estão meio altos. Vamos então perder peso, comer melhor, praticar exercícios e ter mais saúde. Tudo isso com acompanhamento médico, é claro.

2 - Família: dedicação completa à família, ainda mais do que antes, pois nossa família é verdadeiramente a base de nossa vida. Pode parecer chavão, mas é a pura verdade. E para dedicação à família é necessário organização e controle de tempo uma vez que sem isso não conseguimos estruturar nosso tempo e conseguir realizar nossas tarefas.

3 - Formação Profissional: sou servidor público e radialista e não podemos parar no tempo. Quero estudar, dentro da minha área, a partir de 2011 e fazer mais, de forma mais competente, dentro da Rádio Senado e na Nova Aliança. E sem estudo não dá.

4 - Ensaio "Além do Monumental": tenho paixão por fotografia e até que tenho talento. Nos últimos anos, essa paixão ficou meio que guardada num canto do coração e perdida na falta de tempo do dia a dia. Em 2011, vamos transformar em realidade o ensaio de fotografar a cidade aos seus 50 anos.


E dentro dessas 4 linhas, permeando tudo, está a fé e a devoção em Deus. Sempre.

Aparentemente, parece um projeto grande demais que, certamente, deve ficar pelo meio do ano devido a falta de tempo. Pois bem, é aí que entra o nome do projeto: "Pare de sabotar". Como disse, muitas vezes ficamos não terminamos nossos projetos por várias razões como financeiras, disposição, tempo, entre outras. Mas principalmente por falta de empenho e dedicação. E também porque, em diversas oportunidades, nós mesmos nos sabotamos com atitudes do tipo "amanhã eu faço", "isso pode ficar pra depois", "um docinho a mais não faz mal", e por aí vai.

Pois é, com planejamento (fundamental) e uma atitude ativa contra a sabotagem, tenho que certeza que no fim de 2011 o projeto terá sido um sucesso.  Com a graça de Deus.

E vamos lá.

Dois candidatos, muito pouca escolha...

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

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Vou comentar algo que me incomoda desde 2006: somos sempre obrigados, isso mesmo, obrigados a votar no "menos pior" em todas as eleições e desta vez não será diferente. Parece que a maioria dos políticos são sempre comprometidos com interesses particulares e que o bem comum é relegado a um segundo plano ou "interpretado" segundo visões próprias. Eles dizem representar o povo, mas não agem assim. Pelo menos não a maioria. 

Isso incomoda e frusta. Chega a dar vontade de votar nulo ou branco, mas sei que isso não resolve. O que resolve de verdade é que pudéssemos ser organizados de forma a expressar nossos sentimentos e opiniões de forma clara para a classe política e que isso fosse levado em consideração. E o que desejo para minha família não é muito diferente do que os demais brasileiros desejam: emprego, moradia, educação, segurança e saúde. As escalas podem mudar, mas o desejo geral é igual.

Nestas eleições, nenhum dos candidatos apresentou um programa de governo consistente, fundamentado e real. Temos apenas idéias, ou melhor, promessas. Isso deve mudar. Se não hoje, pelo menos para nossos filhos. O que temos visto é eles correndo de um lado para o outro, posando de "santos", tentando agradar a todos sem se comprometer. E quando o fazem, é sob pressão.

Quando isso vai mudar?

Um dia e um sonho

domingo, 19 de setembro de 2010

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O dia de hoje começou corrido para um domingo: às 7h44 o Inácio chamou "mamãe" do quarto dele e Gisele, que ainda dormitava do meu lado, me incentivou a ir vê-lo. E, então, o tempo passou rápido e quando percebi, já eram 8h30, eu estava no carro, mais precisamente ao volante, com todos em seus lugares, a caminho e atrasado para a missa na Catedral.

Missa bonita seguida de café da manhã no Daniel Briand. Caro, é verdade, mas muito gostoso. E aqui vem a parte mais interessante do dia: tomando café ali, comendo bem, ao lado da minha família, deu uma grande vontade de ir com eles para a França. Principalmente ao saber que o Daniel e a Luiza estavam em Paris...

Sempre brinco, mas com um dedo de verdade que sonho em ganhar na loteria e passar alguns anos morando em Paris. Por que Paris? Poderia responder que Paris é Paris, que Paris é maravilhosa, que Paris é linda, que Paris está no centro da Europa e que dali podemos visitar qualquer lugar em apenas duas ou três horas de voo, que existem inúmeras razões para escolher Paris... Mas a grande verdade é que, quando visitei Paris no ano passado, verdadeiramente me senti em casa.

Paris é enorme, mas romântica. Tem um trânsito caótico, um metrô agitado, mas é uma cidade que tem alma. É uma cidade para se andar, passear, comprar, vender, viver, sonhar, fotografar, passear, vagabundear, estudar e para tantos outros verbos. Gosto de Brasília, mas depois de conhecer Paris não tenho comparação.


Vivo e moro em Brasília porque aqui está minha família e meu ganha-pão, mas sonho em passar um tempo da minha vida naquela cidade, mesmo que seja um tempo curto.

Terminamos o café, voltamos pra casa, banho no Inácio, computador ligado, e uma vontade enorme de expressar esses sentimentos, uma vontade de voltar a fotografar, de flanar sem hora e sem rumo, vontade de escrever e de sonhar...
Não foi desta vez que ganhamos na loteria, mas quem sabe no futuro, quem sabe a oportunidade não apareça, quem sabe não seja amanhã ou no mês que vem ou mesmo do próximo ano. Sei que, mesmo sonhando, tenho vontade ir além e escrever e fotografar podem ser o primeiro passo.

19.09.2010
13h01